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<title>..:: Memória Viva ::..</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br</link>
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<copyright>Memória Viva - 2007 - Todos os Direitos Reservados</copyright>
<managingEditor>yourname @ yoursite.com</managingEditor>
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<title>Trinta e nove sítios tentam inscrição na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO </title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2516</link>
<description>
					[29.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p style="line-height: 10.5pt; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; color: black; font-size: 9pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Trinta e nove candidaturas de 33 pa&amp;iacute;ses para a Lista do Patrim&amp;ocirc;nio Mundial da UNESCO ser&amp;atilde;o consideradas durante a reuni&amp;atilde;o do Comit&amp;ecirc; do Patrim&amp;ocirc;nio Mundial que acontece em Bras&amp;iacute;lia. Tr&amp;ecirc;s desses &amp;ndash; Ilhas Marshall, Kiribati e Tajiquist&amp;atilde;o &amp;ndash; ainda n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m s&amp;iacute;tios inscritos na Lista da UNESCO at&amp;eacute; o momento. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; color: black; font-size: 9pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR"&gt;A diretora-geral da UNESCO Irina Bokova e o ministro da Cultura do Brasil Juca Ferreira formalmente abriram a 34&amp;ordf;. Sess&amp;atilde;o do Comit&amp;ecirc; na noite de domingo, 25 de julho, em cerim&amp;ocirc;nia na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional. A reuni&amp;atilde;o continua at&amp;eacute; 3 de agosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
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<title>Patrimônio sobre trilhos </title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2515</link>
<description>
					[26.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;Marcos da urbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o paulista, as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ferrovi&amp;aacute;rias de S&amp;atilde;o Paulo est&amp;atilde;o virando tamb&amp;eacute;m patrim&amp;ocirc;nio cultural do Estado. Nove conjuntos de pr&amp;eacute;dios que pertenceram a S&amp;atilde;o Paulo Railway, a primeira ferrovia a ser implantada em S&amp;atilde;o Paulo, para escoar a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute;, foram tombados e outros 24 est&amp;atilde;o sendo estudados e podem ser inclu&amp;iacute;dos na lista at&amp;eacute; o fim do ano. Na primeira leva, entraram Jundia&amp;iacute;, V&amp;aacute;rzea Paulista, Franco da Rocha, Caieiras, Perus, Jaragu&amp;aacute;, Ribeir&amp;atilde;o Pires, Rio Grande da Serra e Santos com seus armaz&amp;eacute;ns.&lt;br /&gt;
&lt;img style="width: 151px; height: 104px" border="0" alt="" width="162" height="151" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/c2607201001.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Tráfico leva 50% de tesouro do Araripe </title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2510</link>
<description>
					[25.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;Pesquisadores acabam de mapear o tamanho do estrago que o com&amp;eacute;rcio ilegal de f&amp;oacute;sseis na bacia do Araripe, no Nordeste, j&amp;aacute; causou &amp;agrave; ci&amp;ecirc;ncia brasileira. Das 41 esp&amp;eacute;cies de vertebrados terrestres extintos j&amp;aacute; descobertas no Araripe, 21 t&amp;ecirc;m seus exemplares de refer&amp;ecirc;ncia armazenados em museus do exterior. Ou seja, cientistas do pa&amp;iacute;s precisam ir para a Europa, os Estados Unidos e o Jap&amp;atilde;o para poder estudar tais bichos direito.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Obras de arte nas ruas não atraem apoio de empresas</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2511</link>
<description>
					[25.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;Elas t&amp;ecirc;m valor art&amp;iacute;stico, hist&amp;oacute;rico e tur&amp;iacute;stico e est&amp;atilde;o em &amp;aacute;reas de grande circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas, mas agonizam a c&amp;eacute;u aberto, &amp;agrave; vista do poder p&amp;uacute;blico e sob o desinteresse da iniciativa privada. S&amp;atilde;o Paulo tem cerca de 400 obras de arte (monumentos, esculturas, est&amp;aacute;tuas, bustos, pain&amp;eacute;is e outros) em pra&amp;ccedil;as, parques e vias p&amp;uacute;blicas, mas a maioria espera h&amp;aacute; anos por uma restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Criado em 1994, o programa Adote uma Obra Art&amp;iacute;stica visava dividir com a iniciativa privada a restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas obras, mas hoje s&amp;oacute; 33 est&amp;atilde;o sob a guarda de alguma empresa.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Fazenda de café em São Carlos faz 150 anos </title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2512</link>
<description>
					[25.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o premiada de caf&amp;eacute; foi extinta h&amp;aacute; muito anos na Fazenda Para&amp;iacute;zo, em S&amp;atilde;o Carlos. No entanto, o fim da cultura e a vinda de outras gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es da fam&amp;iacute;lia Lacerda n&amp;atilde;o apagaram a hist&amp;oacute;ria da propriedade, que est&amp;aacute; completando 150 anos. Terreiro para esparramar o caf&amp;eacute;, casa de m&amp;aacute;quina para beneficiar os gr&amp;atilde;os, local de armazenamento. Toda a estrutura do per&amp;iacute;odo cafeeiro foi mantida na fazenda.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Cemitério da Saudade é réplica da cidade dos vivos - Ribeirão Preto</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2513</link>
<description>
					[25.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;Se Thanatos pudesse dar sua opini&amp;atilde;o, ele certamente se diria espantado com as mudan&amp;ccedil;as hist&amp;oacute;ricas que o seu legado sofreu em um curto espa&amp;ccedil;o de tempo. O deus da morte na mitologia grega encontraria aqui mesmo, em Ribeir&amp;atilde;o Preto, motivos de sobra para protestar. Em pouco mais de cem anos, a morte, como o Ocidente a encara, sofreu tantas interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es mundanas que hoje n&amp;atilde;o d&amp;aacute; para afirmar qual a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a sociedade mant&amp;eacute;m com esse evento, de certa forma a &amp;uacute;nica certeza que se tem na vida.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Historiador examina o domínio holandês no Nordeste</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2514</link>
<description>
					[25.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;O historiador Evaldo Cabral de Mello publicou h&amp;aacute; 35 anos seu primeiro livro, Olinda Restaurada, em que abordava de forma original os anos da ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o holandesa no Brasil, analisando as particularidades do conflito entre holandeses e a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o luso-brasileira de Pernambuco. Aos 74 anos, o ex-diplomata retoma o tema com f&amp;ocirc;lego ainda maior em O Brasil Holand&amp;ecirc;s, que a Companhia das Letras lan&amp;ccedil;a junto a um outro livro, dedicado ao pol&amp;iacute;tico e escritor abolicionista Joaquim Nabuco (1849-1910), ambos inaugurando o selo Penguin/Companhia das Letras.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Sorocabano reforma e vende brinquedos de épocas passadas</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2509</link>
<description>
					[15.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute; o que garante o sorocabano Jorge Luiz dos Santos, que h&amp;aacute; seis anos, desempregado, decidiu investir na revenda de brinquedos antigos e montou uma barraca na Feira da Barganha. Come&amp;ccedil;ou com bicicletas e foi diversificando. Hoje mant&amp;eacute;m um acervo de mais de 3 mil itens que adquire em bazares ou troca. Em sua casa, no Jardim Calif&amp;oacute;rnia, montou uma esp&amp;eacute;cie de recanto visitado principalmente por adultos que quererem rememorar a inf&amp;acirc;ncia. &amp;ldquo;Dificilmente alguma crian&amp;ccedil;a nos procura. Os interessados s&amp;atilde;o colecionadores que gostam de recordar os bons tempos&amp;rdquo;, comenta.&lt;br /&gt;
&lt;a id="parafoto0" href="javascript:void(0)"&gt;&lt;img src="http://www.cruzeirodosul.inf.br//foto//200x_/101204.jpg" width="123" height="73" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Novo livro mostra os 'segredos' da viola bem tocada</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2507</link>
<description>
					[13.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;&amp;ldquo;&amp;Agrave;s vezes, se ouve o violeiro falar de sua viola e se tem a impress&amp;atilde;o de que ele parece falar de uma pessoa. A viola tem bra&amp;ccedil;o, tem boca, tem costas, pestana, voz, fica rouca, fica constipada. (...) Pode ser ciumenta, tem alma, pega quebranto&amp;rdquo;. Extra&amp;iacute;do de &amp;ldquo;Hist&amp;oacute;ria, M&amp;eacute;todo e Ponteados da Viola Caipira do M&amp;eacute;dio Tiet&amp;ecirc;&amp;rdquo;, do m&amp;uacute;sico e pesquisador Ricardo Anast&amp;aacute;cio, o texto d&amp;aacute; logo a entender que o trabalho n&amp;atilde;o tem apenas um mote acad&amp;ecirc;mico. Projeto apoiado pela Lei de Incentivo &amp;agrave; Cultura (Linc), este &amp;eacute; o primeiro do g&amp;ecirc;nero, na regi&amp;atilde;o, a divulgar t&amp;eacute;cnicas para tocar o instrumento.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
<title>Jardins da orla de Santos são tombados pelo Condephaat</title>
<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=5&amp;id=1&amp;content=2508</link>
<description>
					[13.07.2010]
					&lt;br&gt;
				&lt;p align="justify"&gt;O desenho dos jardins da orla de Santos, na Baixada Santista, foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrim&amp;ocirc;nio Hist&amp;oacute;rico Arqueol&amp;oacute;gico, Art&amp;iacute;stico e Tur&amp;iacute;stico (Condephaat) do Estado de S&amp;atilde;o Paulo. A &amp;aacute;rea de 5.335 metros de extens&amp;atilde;o e 47 metros de largura fica entre a faixa de areia e a avenida, desde o emiss&amp;aacute;rio at&amp;eacute; a Ponta da Praia. Essa avenida muda de nome ao longo da orla. Perto do emiss&amp;aacute;rio, ela se chama Newton Prado e, na Ponta da Praia, Carlos de Campos&lt;/p&gt;</description>
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<title>Buscar no site</title>
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<link>http://www.memoriaviva.org.br/default.asp?ACT=4</link>
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