|
 | Principal |  | | | | | | |
 | CONTATO |  | | | | | | |
 | Buscar no site |  | | | | | | |
|
|
|
| Notícias
> Notícias Anteriores |
|
|
|
| Até novembro, Veneza é a capital da arte | |
Se Veneza já é sempre um museu ao ar livre, até o dia 22 de novembro a cidade italiana pode ser considerada a capital mundial da arte. Até esta data estará aberta ao público a 53ª edição da mais tradicional das bienais do planeta (www.labiennale.org), que foi inaugurada em 1895.

|
Até novembro, Veneza é a capital da arte
Na 53ª Bienal, o Brasil exibe obras do fotógrafo paraense Luiz Braga e do pintor alagoano Delson Uchôa
Imagem Forum/France Presse
 |
|
Aspecto da ponte do Rialto (1591) sobre o Grande Canal; na teia formada pelos 115 canais venezianos singram coletivos como o "vaporetto', táxis que são lanchas e gôndolas, movidas a remo
MARCOS AUGUSTO GONÇALVES
ENVIADO ESPECIAL A VENEZA
Se Veneza já é sempre um museu ao ar livre, até o dia 22 de novembro a cidade italiana pode ser considerada a capital mundial da arte. Até esta data estará aberta ao público a 53ª edição da mais tradicional das bienais do planeta (www.labiennale.org), que foi inaugurada em 1895.
Com o tema "Fare Mondi" (fazer mundos), a exposição deste ano, apesar da crise, é a mais ampla já realizada -o que faz dela o avesso da Bienal de São Paulo, realizada no ano passado sob o signo do "vazio".
Em Veneza, a Bienal ocupa dois grandes espaços: os Giardini (jardins) e o Arsenale.
No primeiro concentram-se os tradicionais pavilhões nacionais, entre os quais o do Brasil. Nesses pavilhões, cada país exibe os artistas que escolhe para representá-lo. No caso brasileiro, dois nomes vindos de fora do eixo Rio-São Paulo foram eleitos pelo curador Ivo Mesquita -o fotógrafo paraense Luiz Braga e o pintor alagoano Delson Uchôa.
Ainda que nos Giardini também esteja um pavilhão geral, com trabalhos escolhidos pelos organizadores da mostra, a grande área ocupada pela curadoria da Bienal (a cargo do sueco Daniel Birnbaum) é o Arsenale, um grande galpão que foi, como indica o nome, um arsenal militar em outros tempos.
Embora se possa fazer essa divisão básica entre um espaço destinado às delegações nacionais e outro à seleção de artistas por parte da direção da Bienal, há também nos Giardini um pavilhão geral e, no Arsenale, algumas representações de países que não têm espaçoo próprio -como o Chile e os Emirados Árabes.
Os dois espaços são próximos e o melhor a fazer é circular entre ambos a pé. Aliás, para quem não conhece a cidade, é bom ter em mente que mesmo podendo ser agradável trafegar nos vaporetos (quando não estão abarrotados), os barcos são lentos e param em inúmeras estações.
Uma alternativa é pegar as lanchas que servem de táxi -mas os preços são exorbitantes, definidos ao sabor da vontade dos proprietários. Outra, mais salutar, é a caminhada -que exige um bom mapa na mão, já que a cidade é labiríntica, com ruas estreitas e tortuosas. É fácil se perder.
Há muita coisa interessante para ser vista nos Giardini e no Arsenale. Para quem pode demorar-se, o ideal é destinar pelo menos um dia para cada um desses locais -além de outros para visitar os muitos eventos paralelos que orbitam a Bienal.
O que não perder
Nos Giardini, muitos pavilhões valem a visita, mas pelo menos dois deles são imperdíveis -o dos Estados Unidos e o da Dinamarca (unido ao dos países nórdicos).
No primeiro, a estrela solitária é Bruce Nauman, premiado artista norte-americano que iniciou sua carreira nos anos 60. É autor de obras em neón, vídeos e instalações sonoras, que também ocupam dois outros espaços da cidade. Nauman recebeu o Leão de Ouro de melhor participação nacional.
Os pavilhões dinamarquês e nórdico estão entre os favoritos do público porque criam a casa de um colecionador de arte.
O visitante percorre o ambiente até deparar-se com uma reprodução realista do cadáver do proprietário flutuando na piscina. A obra é assina por dois artistas: Michael Elmgreen e Ingar Dragset.
VER VENEZA E DEPOIS MORRER
A ponte dos Suspiros, que ligava o quatro dos tormentos, no palácio Ducal, à prisão, num tempo em que esse prédio era sede e residência dos governantes, além de corte de Justiça
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx2307200901.htm
|
|
|
|
|
|
|
 | Viajar é preciso.... |  | | Estamos de volta com o nosso projeto "Viajar é Preciso", da ong Memória Viva e da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba. A Memória Viva prepara calendário de viagem para o ano de 2009. Aguardem.
>> Leia mais
| | | | |
 | Foto da Semana - Claudio Casares |  | |
Este é o quadro que o artista plástico Caludyo Casares doou a Casa de España. Fica aqui o nosso agradecimento ao Claudyo Casares.
>> Leia mais
| | | | |
 | Viagem Cultural |  | | A Ong Memória Viva, a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba mais o Grupo Imagem prepararam para este ano, 2006 um pacote com viagens. Entre em contato com a AEAS, 32229795 - Júnior e saiba mais. O maior evento de cultura caipira : "Revelando São Paulo" , dia 16 de setembro. Imperdível. R$ 40,00
>> Leia mais
| | | | |
 | Curso de Sorocabanismo |  | | Dar conhecimento aos novos moradores, estudantes e moradores que queiram sabe mais sobre a história...
>> Leia mais
| | | | |
 | Curso de Culinária Caipira Sorocabana |  | | Saiba mais sobre o Curso!
>> Leia mais
| | | | |
 | Exposição Fotográfica : "Olhares sobre a Cidade" |  | | Apartir de hoje, estamos abrindo espaço aos fotógrafos....
>> Leia mais
| | | | |
 | Arquivo |  | | | | | | |
|
|