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| Projeto História Viva, Votorantim, pela ong Memória Viva | |
Quarta-feira, 13 de dezembro de 2006: A versão votorantinense do Museu da Pessoa, intitulado História Viva, será inaugurado amanhã, dia 13. É que a primeira coleção de vídeos, com depoimentos de 27 personagens anônimos que participaram da emancipação político-administrativa da cidade - há 43 anos, será lançado em um DVD, com uma hora de duração, que será exibido - ainda dentro da programação de aniversário da cidade - a partir das 20h, no auditório municipal Francisco Beranger. O projeto História Viva, é uma realização da Secretaria de Cultura de Votorantim, em parceria com a ONG Memória Viva e o Grupo Imagem e tem por objetivo é registrar a memória da cidade através de depoimentos de pessoas comuns, anônimas e célebres, que vivenciaram ou participaram indiretamente da história votorantinense.
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Sonhos ...Acredite neles!!!!
Votorantim abre hoje o Museu da Pessoa

Jesus Rodrigues colaborou na pesquisa e também foi ouvido
A versão votorantinense do Museu da Pessoa, intitulado História Viva, será inaugurado amanhã, dia 13. É que a primeira coleção de vídeos, com depoimentos de 27 personagens anônimos que participaram da emancipação político-administrativa da cidade - há 43 anos, será lançado em um DVD, com uma hora de duração, que será exibido - ainda dentro da programação de aniversário da cidade - a partir das 20h, no auditório municipal Francisco Beranger. O projeto História Viva, é uma realização da Secretaria de Cultura de Votorantim, em parceria com a ONG Memória Viva e o Grupo Imagem e tem por objetivo é registrar a memória da cidade através de depoimentos de pessoas comuns, anônimas e célebres, que vivenciaram ou participaram indiretamente da história votorantinense.
De acordo com o secretário de Cultura, Werinton Kermes, os trabalhos levaram três meses para serem reunidos. Ele lembra que o museu era uma proposta da ONG Memória Viva, de Sorocaba, de fazer uma versão votorantinense do Museu da Pessoa, já existem na Capital. Kermes diz que, sem ônus, abraçou a idéia afim de registrar a história do município através de pessoas que ainda preservam sua memória. É basicamente o trajeto da nossa história, dentro da nossa proposta de incentivar a cultura votorantinense, ressalta.
A primeira etapa do projeto, ainda sem previsão para término, foi desenvolvida com 27 personagens anônimos e registrou a versão dos ex-vanguardeiros que lutaram pela emancipação do município. Eles têm um orgulho disso, sem igual. É algo que eles não escondem. A luta. Eles se orgulham do resultado, comenta o presidente do Memória Viva, Sérgio Aranha.
Além do DVD com uma hora de duração, também foram elaborados 27 DVDs, de 30 minutos cada, com as entrevistas completas realizadas pela equipe. A Secretaria de Cultura também espera nos próximos meses desenvolver uma exposição de fotografias da trajetória do projeto, com fotos dos personagens, making of, peças e documentos pertencentes aos entrevistados e que fazem parte da história. A elaboração do projeto contou com a assessoria, na parte histórica e de pesquisa, de Jesus Rodrigues, além da colaboração da pesquisadora da Universidade de São Paulo, Larissa Correa. Com custo operacional, o secretário lembrou que a produção, feita pelo Grupo Imagem com desenvolvimento do Memória Viva, continuará. Vale lembrar que os trabalhos continuarão. Já no próximo semestre, vamos desenvolver mais duas etapas. Sempre de três em três meses, com mais personagens, garantiu Kermes.
O 1 DVD História Viva será distribuído nas escolas municipais de Votorantim, além de demais secretarias, entidades, igrejas e associações para servir como fonte de pesquisa.
A primeira exibição será feita amanhã, quarta-feira, a partir das 20h, no auditório municipal Francisco Beranger, que fica na avenida Newton Vieira Soares s/n, ao lado do Terminal João Souto, no centro de Votorantim.
Nesta segunda-feira, dia 3 de setembro às 10,00 horas, iniciamos o nosso projeto História Viva em Votorantim. Quero agradecer o Secretario de Cultura de Votorantim, Werinton Kermes, pelo apoio a nossa iniciativa. Com muita emoção colhemos o depoimento do Prof. Jesus. Foi o início de uma grande aventura, aventura essa repleta de vida, trabalho e amores de pessoas comuns, os verdadeiros heróis que construiram Votorantim. Agradeço a Larissa Correa e ao Edeson de Souza ( nosso cinegrafista e fotógrafo). Sabemos como começamos à partir desta primeira entrevista mais outras 29 irão ocorrer nesta primeira fase. Não sabemos onde vamos chegar, o projeto História Viva nos levará para frente. Até amanhã, sábado dia 9 de setembro, teremos 8 depoimentos já filmados.
Conseguimos realizar mais um dos nossos sonhos...Por isso: Sonhos ...Acredite neles!!!!
Sergio Aranha
Presidente Memória Viva
Ps: amanhã 9 de setembro as 9,30 horas, reunião da ong Memória Viva com seus diretores, associados e amigos. Compareçam a Rua Piaui, 81, AEAS.
Breves comentários sobre o projeto História Viva de Votorantim: um olhar curioso
Larissa Correa
O objetivo desse projeto é conhecer e resgatar a(s) história(s) de pessoas que nasceram ou migraram para a cidade, trabalharam, estudaram, constituíram família, criaram seus filhos, enfim, pessoas que viveram e vivem na cidade de Votorantim. Nossos personagens são experientes. Neles observamos a história de suas vidas entrelaçadas ao processo de industrialização latente e ao crescimento da cidade.
Neste trabalho, vamos conhecer um pouco da história da dona Vilma, do seu Benedito, do seu Jesus, do seu Góde e de muitos outros. Alguém poderia perguntar: mas o que tem de interessante ou o que a história de uma pessoa, aparentemente comum, pode nos ensinar sobre a cidade? Vale registrar que trabalhar com a história oral não significa procurar ou descobrir verdades. Esses depoimentos nos ajudam a compreender como as pessoas de modo geral, re-significam os fatos coletivos e se apropriam deles, transformando-os em histórias particulares. Interessante notar, como se forma uma memória coletiva (coisa bem diferente de uma história oficial). É o caso do processo de emancipação da cidade, da enchente de 1982, dos jogos clássicos de futebol, dos namoros no coreto, dos passeios em volta da praça da Bolacha e das farras no cinema.
Para os observadores mais atentos, ouvir essas histórias possibilita não só conhecer um passado nem tão remoto assim, mas também observar o personagem em ação, mais do que tudo é uma aula de antropologia. Arrumar a câmera, encontrar o enquadramento perfeito, ajustar o banner, colocar o microfone, tudo isso faz parte do making off das gravações. Coisa aparentemente sem importância. No entanto, o que as vezes deixamos passar desapercebido é o contato do nosso entrevistado com a câmera e, ainda, a forma que ele ou ela encontra para contar a sua história. Afinal, muitos pela primeira vez, se vêem diante da oportunidade de contar algo sobre a história da sua vida, tarefa nada fácil para nós, simples mortais! Um olhar acanhado e até mesmo desconfiado para aquele objeto intimidador e ao mesmo tempo tão revelador: a câmera. De repente, a pessoa a nossa frente, vai se revelando pouco a pouco, até que aquele objeto tão assustador vai desaparecendo, até deixar de existir. A viagem para o passado é rápida. Em alguns segundos vamos direto para o tempo de menino (a), das voltas pela praça, dos passeios pelas cachoeiras da represa.
Para os historiadores e curiosos em geral, sentimos a necessidade de conhecer mais sobre aquele passado, afinal de contas, vale lembrar que o passado “não era sempre bom”, como muitos de nós tendemos a identificar. Fica a curiosidade em conhecer os conflitos do cotidiano, as dificuldades sentidas na luta pelo ganha pão. Afinal de contas, por que algum fato marcou e outro não, na vida daquela pessoa? Ou ainda, como uma época tão marcada por certos acontecimentos nacionais parecem não refletir no passado coletivo dessa comunidade? Como, por exemplo, o caso da ditadura militar. Ficamos na vontade de encontrar aqueles que pensavam diferente do senso comum da época, os anti-heróis do passado. Será que eles existiram? E, se existiram, onde eles estão?
Ouvir essas histórias permite conhecer aspectos culturais de uma cidade tão marcada pelo apito da fábrica, pela troca de turnos, pelo ritmo das máquinas, por casinhas emparelhadas e ruas estreitas. São gírias, modas antigas, muito romantismo, disciplina rígida acompanhadas de permissões inesquecíveis. Naquela época, namoro no portão era coisa séria e contínuo era office boy!
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 | Viajar é preciso.... |  | | Estamos de volta com o nosso projeto "Viajar é Preciso", da ong Memória Viva e da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba. A Memória Viva prepara calendário de viagem para o ano de 2009. Aguardem.
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 | Foto da Semana - Claudio Casares |  | |
Este é o quadro que o artista plástico Caludyo Casares doou a Casa de España. Fica aqui o nosso agradecimento ao Claudyo Casares.
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 | Viagem Cultural |  | | A Ong Memória Viva, a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba mais o Grupo Imagem prepararam para este ano, 2006 um pacote com viagens. Entre em contato com a AEAS, 32229795 - Júnior e saiba mais. O maior evento de cultura caipira : "Revelando São Paulo" , dia 16 de setembro. Imperdível. R$ 40,00
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 | Curso de Culinária Caipira Sorocabana |  | | Saiba mais sobre o Curso!
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 | Exposição Fotográfica : "Olhares sobre a Cidade" |  | | Apartir de hoje, estamos abrindo espaço aos fotógrafos....
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